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segunda-feira, 7 de julho de 2008

LUTADORES DE TELECATCH

LUTADORES DOS TELECATCH DOS REIS DO RINQUE NA TV EXCELSIOR . Michael Sadan
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Piracicaba Parou Para Ver Leônidas

Piracicaba parou para ver Leônidas
O "Diamante Negro" era ídolo das multidões
Eram tempos em que a ESALQ e o CALQ brilhavam no cenário esportivo de Piracicaba. O "A Encarnado" era coqueluche da cidade, uma das forças do futebol amador, com projeção estadual. No dia 19 de setembro de 1943, para comemorar o aniversário da Escola, nada menos do que o poderosíssimo time do São Paulo F.C. - então a principal força do futebol brasileiro - veio jogar em Piracicaba. Contra o time da "Escola", o São João da Montanha.
Piracicaba parou. O mais famoso jogador brasileiro da época - e, com certeza, de todas as épocas, apenas superado por Pelé - viera jogar em Piracicaba: Leônidas da Silva, o "Diamante Negro", o "Homem Borracha", o inventor do "gol de bicicleta". O jogo se realizou em Vila Rezende, no Estádio Dr.Koch. O time piracicabano perdeu por 8 a 2, mas o espetáculo se tornou inesquecível: a vinda de Leônidas - com a linha de ataque fulminante: Luizinho, Sastre, Remo e Leopoldo (Pardal, na reserva) - passou para a história dos esportes locais.
Note-se que o "Remo" citado aqui, é o mesmo Remo que anos mais tarde veio para Piracicaba e empregou-se na camisaria do sr. Fred Helou Kraide e cujo ajudante de cortes era nada menos que Jair de Souza Palma, o Colecionador desta página.

IDIARTE MASSARIOL - ex - Jogador do Futebol do XV de Piracicaba

O xerife quinzista de todos os tempos
Ninguém, como Idiarte Massariol, simboliza a saga do Nhô Quim. Ele é a síntese de uma história
Quem for contar a história do XV de Novembro de Piracicaba não pode se esquecer de Idiarte Massariol. Afinal, Idiarte poderia ser definido como o símbolo da raça quinzista. Já contava o jornalista Delphim Ferreira da Rocha Netto, que foi considerado o guardião da memória do "Nhô Quim", em artigo publicado em "O Diário" do dia 4 de janeiro de 1970. "Antes de começar qualquer partida, o grande zagueiro central Idiarte tinha o costume de andar na pequena área, de um lado para o outro. A seguir, traçava com o bico da chuteira um risco e gritava para os companheiros: 'Daqui ninguém passa!". Quer raça maior que essa? Hoje Idiarte, ao comentar o passado, se refugia na modéstia e não acha que tenha sido o grande símbolo do XV. "Acho exagero, passaram tantos pelo time e nem vi todos, não me considero melhor que ninguém", diz ele. Idiarte está com 84 anos. Mora com a mulher num amplo sobrado na rua Regente Feijó. A idade não aparece no físico, vantagem de quem sempre foi um atleta. "Só acho chato que às vezes a lembrança de datas fica meio ruim", conta ele, com um jeito doce e sincero. Idiarte também se angustia um pouco, numa entrevista, com essa mania de jornalista de querer as datas certinhas ou definições definitivas sobre a importância disso ou daquilo. Mas Seu Idiarte nunca perde a classe. Se nos tempos em que atuava nos gramados era ele quem impunha ordem na zaga e não fugia da briga, hoje Idiarte é um gentleman.
Carreira
"Eu comecei a jogar no XV no final dos anos 30 e fiquei uns 20 anos. Sempre pelo time, só joguei um tempinho no Santos", resume ele. Os arquivos de Rocha Netto registram que Idiarte atuou com a camisa preta e branca de 1939 a 1958. No total, nada menos de 524 partidas, em que marcou 58 gols, média que parece pequena, mas é bom lembrar que ele atuou a maior parte da carreira na defesa. "Quase sempre fui zagueiro central, mas também já atuei como lateral-esquerdo, centro-avante e um tempinho até como goleiro", conta. Muito antes de virar moda, Idiarte Massariol era o que se chama de jogador polivalente.
E nervoso também, dizem as boas e as más línguas. Ele acha graça dessa fama. "O pessoal é meio exagerado", desconversa. Mas o cronista Rocha Netto registrou no suplemento "Gazeta Esportiva", de setembro de 1954. "Não se compreende o XV sem aquele rapaz alto, loiro e nervoso quando o juiz apita coisas que não existem, pois Idiarte é uma garantia na zaga do querido preto-e-branco. Os árbitros sabem bem do seu gênio. Por qualquer 'dá cá aquela palha', ele aparece na súmula do jogo".
Idiarte diz que isso eram "coisas da juventude". Hoje, o que prefere destacar de sua longa carreira são as vitórias importantes. "Acho que um dos jogos mais emocionantes para mim foi quando o XV foi campeão do interior jogando no Parque Antártica", afirma. A tal partida foi realizada em 13 de fevereiro de 1949 e o alvinegro venceu a Linense por 5 a 1, ficando com o título de primeiro campeão da Lei de Acesso. Ao lado dele, jogaram Ary, Elias, Strauss, Cardoso, Adolfinho, De Maria, Sato, Picolino, Rabeca e Gatão. Outro ano marcante foi 1946, quando o zagueirão virou artilheiro, marcando 22 gols em 33 jogos. Foi o retorno do filho pródigo, já que Idiarte passou 11 meses de 1945 vestindo a camisa do Santos, mas voltou de tanto o público pedir. "A torcida sempre foi muito carinhosa comigo", conta.
Sem mágoa
Natural, já que Idiarte começou no XV ainda no time infantil, em 1934, ao lado de Rabeca e Pedrinho Fidélis. Em 1938, ele já era figura destacada da Liga Esportiva Piracicabana de Estudantes. Estreou no Campeonato Regional Amador no dia 23 de outubro de 1938, defendendo o Sorocabana Futebol Clube, que empatou em 2 a 2 com o União de Rafard, jogando na

ESPORTE CLUBE XV DE NOVEMBRO DE PIRACICABA

HINO DO XV
Autoria: Anuar Kraide e Jorge Chaddad

Salve o XV de Novembro,
Glorioso esuqdrão!
Na vitória ou na derrota
Está em nosso coração!
No basquete e no futebol
É motivo de vaidade,
Pioneiro da lei do acesso,
Engrandece nossa cidade!
Vamos XV pra frente,
Outra vitória conquistar!
Destemido e valente
Só nos pode orgulhar!
Vamos XV pra frente,
Outra vitória conquistar!
A torcida está presente,
Para sempre incentivar!
XV!, XV!, XV!
Vitória!

Nota: Só por este Hino maravilhoso, o XV de Piracicaba merece receber da população mensalmente, R$1,00 (hum real) que vem na sua conta de Água - SAMAE. Ajude o XV a voltar novamente ser o grande esquadrão do interior paulista.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Este foi um craque de bola

HOMENAGEM AO CRAQUE DO PASSADO

Leonidas

O DIAMANTE NEGRO

Jogador do São Paulo F.C.

Saudades....

Saiu na Revista Manchete Esportiva de 28-Junho-1958

Esta notícia, saiu na Revista Manchete Esportiva do Rio de Janeiro, em 28 de Junho de 1958, página 29, revista nº 137, ano 3, reportagem esta de autoriza do jornalista Ronaldo Boscoli e José Carlos Stabel, que fizeram uma reportagem com um diretor da S.E. Palmeira, sr. Mário Frugiuelli. O valor da negociação não foi revelado e nem o clube, mas esse diretor citava o Milão, mas nada era oficial. Lamentavamos o Brasil e Palmeiras perder um craque, que foi revelado pelo Clube Atlético Piracicabano de Piracicaba, sem ter passado pelas fileiras do Esporte Clube XV de Novembro.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

LOGOTIPOS DE COPA DO MUNDO




SELEÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL

TODOS JOGADORES DO BRASIL - 1930 A 1998
Seleção Brasileira de 1930

Goleiros: Joel (América) e Velloso (Fluminense). Zagueiros: Brilhante (Vasco), Itália (Vasco) e Zé Luiz (São Cristóvão). Médios: Hermógenes (América), Fausto (Vasco), Fernando (Fluminense), Ivan (Fluminense), Oscarino (Ipiranga de Niterói), Manoelzinho (Ipiranga de Niterói), Pamplona (Botafogo), Fortes (Fluminense) e Benvenuto (Flamengo). Atacantes: Moderato (Flamengo), Nilo (Botafogo), Poly (Americano), Benedito (Botafogo), Araken (Flamengo), Carvalho Leite (Botafogo), Preguinho (Fluminense), Russinho (Vasco), Teófilo (São Cristóvão) e Doca (São Cristóvão). Técnico: Píndaro de Carvalho.

Seleção Brasileira de 1934 Goleiros: Germano (Flamengo) e Pedrosa (Botafogo). Zagueiros: Ariel (Botafogo), Martim Silveira (Botafogo), Waldir (Botafogo), Canalli (Botafogo) e Tinoco (Vasco). Médios: Sylvio Hoffmann (São Paulo da Floresta), Luiz Luz (Grêmio) e Octacílio (Botafogo). Atacantes: Armandinho (São Paulo da Floresta), Luizinho (São Paulo da Floresta), Carvalho Leite (Botafogo), Átila (Botafogo), Leônidas da Silva (Vasco), Waldemar de Brito (São Paulo da Floresta) e Patesko (Botafogo). Técnico: Luiz Vinhaes.

Seleção Brasileira de 1938 Goleiros: Batatais (Fluminense) e Walter (Flamengo). Zagueiros: Domingos da Guia (Flamengo), Jaú (Vasco), Machado (Fluminense) e Nariz (Botafogo). Médios: Zezé Procópio (Botafogo), Brito (América-RJ), Martin Silveira (Botafogo), Brandão (Corinthians), Afonsinho (São Cristóvão) e Argemiro (Portuguesa Santista). Atacantes: Roberto (São Cristóvão), Lopes (Corinthians), Romeu Pelliciari (Fluminense), Luizinho (Palestra), Leônidas da Silva (Flamengo), Niginho (Vasco), Perácio (Botafogo), Tim (Fluminense), Hércules (Fluminense) e Patesko (Botafogo). Técnico: Ademar Pimenta.

Seleção Brasileira de 1950 Goleiros: Barbosa (Vasco) e Castilho (Fluminense). Zagueiros: Augusto (Vasco), Nílton Santos (Botafogo), Juvenal (Flamengo) e Nena (Internacional). Médios: Bauer (São Paulo), Eli (Vasco), Danilo (Vasco), Rui (São Paulo), Bigode (Flamengo) e Noronha (São Paulo). Atacantes: Friaça (São Paulo), Alfredo II (Vasco), Zizinho (Bangu), Maneca (Vasco), Baltazar (Corinthians), Adãozinho (Internacional), Jair Rosa Pinto (Palmeiras), Ademir de Menezes (Vasco), Chico (Vasco) e Rodrigues (Palmeiras). Técnico: Flávio Costa.

Seleção Brasileira de 1954 Goleiros: Castilho (Fluminense), Veludo (Fluminense) e Cabeção (Corinthians). Zagueiros: Mauro (São Paulo), Pinheiro (Fluminense), Nílton Santos (Botafogo), Alfredo (Vasco) e Paulinho (Vasco). Médios: Bauer (São Paulo), Eli (Vasco), Dequinha (Flamengo), Rubens (Flamengo) e Brandãozinho (Portuguesa). Atacantes: Julinho (Portuguesa), Maurinho (São Paulo), Pinga (Vasco), Humberto (Palmeiras), Didi (Botafogo), Índio (Flamengo), Baltazar (Corinthians) e Rodrigues (Palmeiras). Técnico: Zezé Moreira.

Seleção Brasileira de 1958 Goleiros: Gilmar (Corinthians) e Castilho (Fluminense). Laterais-direitos: Djalma Santos (Portuguesa) e De Sordi (São Paulo). Laterais-esquerdos: Nílton Santos (Botafogo) e Oreco (Corinthians). Zagueiros: Bellini (Vasco), Orlando (Vasco), Mauro (São Paulo) e Zózimo (Bangu). Volantes: Zito (Santos) e Dino Sani (São Paulo). Meias: Didi (Botafogo), Pelé (Santos), Moacir (Flamengo) e Dida (Flamengo). Atacantes: Garrincha (Botafogo), Joel (Flamengo), Vavá (Vasco), Mazola (Palmeiras), Zagallo (Flamengo) e Pepe (Santos). Técnico: Vicente Feola.

Seleção Brasileira de 1962 Goleiros: Gilmar (Santos) e Castilho (Fluminense). Laterais-direitos: Djalma Santos (Palmeiras) e Jair Marinho (Fluminense). Laterais-esquerdos: Nílton Santos (Botafogo) e Altair (Fluminense). Zagueiros: Mauro (Santos), Bellini (São Paulo), Zózimo (Bangu) e Jurandir (São Paulo). Volantes: Zito (Santos) e Zequinha (Palmeiras). Meias: Didi (Botafogo), Pelé (Santos), Amarildo (Botafogo) e Mengálvio (Santos). Atacantes: Garrincha (Botafogo), Jair da Costa (Portuguesa), Vavá (Palmeiras), Coutinho (Santos), Zagallo (Botafogo) e Pepe (Santos). Técnico: Aymoré Moreira.

Seleção Brasileira de 1966 Goleiros: Gilmar (Santos) e Manga (Botafogo). Laterais-direitos: Djalma Santos (Palmeiras) e Fidélis (Bangu). Laterais-esquerdos: Rildo (Botafogo) e Paulo Henrique (Flamengo). Zagueiros: Bellini (São Paulo), Brito (Vasco), Orlando (Santos) e Altair (Fluminense). Volantes: Zito (Santos) e Denílson (Fluminense). Meias: Lima (Santos), Pelé (Santos), Tostão (Cruzeiro) e Gérson (Botafogo). Atacantes: Garrincha (Corinthians), Jairzinho (Botafogo), Alcindo (Grêmio), Silva (Flamengo), Paraná (São Paulo) e Edu (Santos). Técnico: Vicente Feola.

Seleção Brasileira de 1970 Goleiros: Félix (Fluminense), Ado (Corinthians) e Leão (Palmeiras). Laterais-direitos: Carlos Alberto (Santos) e Zé Maria (Portuguesa). Laterais-esquerdos: Everaldo (Grêmio) e Marco Antônio (Fluminense). Zagueiros: Brito (Flamengo), Baldochi (Palmeiras), Fontana (Cruzeiro) e Joel Camargo (Santos). Volantes: Clodoaldo (Santos) e Piazza (Cruzeiro). Meias: Gérson (São Paulo), Pelé (Santos), Rivelino (Corinthians) e Tostão (Cruzeiro). Atacantes: Jairzinho (Botafogo), Dario (Atlético Mineiro), Roberto Miranda (Botafogo), Paulo César (Botafogo) e Edu (Santos). Técnico: Zagallo.

Seleção Brasileira de 1974 Goleiros: Leão (Palmeiras), Renato (Flamengo) e Waldir Peres (São Paulo). Laterais-direitos: Zé Maria (Corinthians) e Nelinho (Cruzeiro). Laterais-esquerdos: Marinho Chagas (Botafogo) e Marco Antônio (Fluminense). Zagueiros: Luís Pereira (Palmeiras), Marinho Peres (Santos) e Alfredo Motarda (Palmeiras). Volantes: Piazza (Cruzeiro) e Paulo César Carpegiani (Internacional). Meias: Leivinha (Palmeiras), Rivelino (Corinthians), Ademir da Guia (Palmeiras) e Dirceu (Botafogo). Atacantes: Jairzinho (Botafogo), Valdomiro (Internacional), César (Palmeiras), Mirandinha (São Paulo), Paulo César (Flamengo) e Edu (Santos). Técnico: Zagallo.

Seleção Brasileira de 1978 Goleiros: Leão (Palmeiras), Carlos (Ponte Preta) e Waldir Peres (São Paulo). Laterais-direitos: Toninho (Flamengo) e Nelinho (Cruzeiro). Laterais-esquerdos: Rodrigues Neto (Botafogo) e Edinho (Fluminense). Zagueiros: Oscar (Ponte Preta), Amaral (Guarani), Abel (Vasco) e Polozzi (Ponte Preta). Volantes: Toninho Cerezo (Atlético Mineiro), Chicão (São Paulo) e Batista (Grêmio). Meias: Jorge Mendonça (Palmeiras), Rivelino (Fluminense), Zico (Flamengo) e Dirceu (Vasco). Atacantes: Gil (Botafogo), Reinaldo (Atlético Mineiro), Roberto Dinamite (Vasco) e Zé Sérgi (São Paulo). Técnico: Cláudio Coutinho.

Seleção Brasileira de 1982 Goleiros: Waldir Peres (São Paulo), Paulo Sérgio (Botafogo) e Carlos (Ponte Preta). Laterais-direitos: Leandro (Flamengo) e Edevaldo (Internacional). Laterais-esquerdos: Júnior (Flamengo) e Pedrinho (Vasco). Zagueiros: Oscar (São Paulo), Luizinho (Atlético Mineiro), Juninho (Ponte Preta) e Edinho (Udinese). Volantes: Falcão (Roma), Toninho Cerezo (Atlético Mineiro) e Batista (Grêmio). Meias: Sócrates (Corinthians), Zico (Flamengo) e Renato (São Paulo). Atacantes: Paulo Isidoro (Grêmio), Dirceu (Sem Clube), Serginho (São Paulo), Roberto Dinamite (Vasco) e Éder (Atlético Mineiro). Técnico: Telê Santana.

Seleção Brasileira de 1986 Goleiros: Carlos (Corinthians), Paulo Vítor (Fluminense) e Leão (Palmeiras). Laterais-direitos: Édson (Corinthians) e Josimar (Botafogo). Laterais-esquerdos: Branco (Fluminense) e Júnior (Torino). Zagueiros: Júlio César (Guarani), Edinho (Udinese), Oscar (São Paulo) e Mauro Galvão (Internacional). Volantes: Alemão (Botafogo), Elzo (Atlético Mineiro) e Falcão (São Paulo). Meias: Sócrates (Flamengo), Zico (Flamengo), Silas (São Paulo) e Valdo (Grêmio). Atacantes: Müller (São Paulo), Casagrande (Corinthians), Careca (São Paulo) e Edivaldo (Atlético Mineiro). Técnico: Telê Santana.

Seleção Brasileira de 1990 Goleiros: Taffarel (Internacional), Acácio (Vasco) e Zé Carlos (Flamengo). Laterais-direitos: Jorginho (Bayer Leverkusen) e Mazinho (Vasco). Laterais-esquerdos: Branco (Porto). Zagueiros: Mauro Galvão (Botafogo), Ricardo Gomes (Benfica), Ricardo Rocha (São Paulo), Aldair (Benfica) e Mozer (Olympique de Marselha). Volantes: Alemão (Napoli) e Dunga (Fiorentina). Meias: Bismarck (Vasco), Silas (Sporting), Tita (Vasco) e Valdo (Benfica). Atacantes: Bebeto (Vasco), Careca (Napoli), Müller (Torino), Renato Gaúcho (Flamengo) e Romário (PSV Eindhoven). Técnico: Sebastião Lazaroni.

Seleção Brasileira de 1994 Goleiros: Taffarel (Reggiana), Zetti (São Paulo) e Gilmar (Flamengo). Laterais-direitos: Jorginho (Bayern de Munique) e Cafu (São Paulo). Laterais-esquerdos: Leonardo (Kashima Antlers) e Branco (Fluminense). Zagueiros: Aldair (Roma), Márcio Santos (Bordeaux), Ricardo Rocha (Vasco) e Ronaldão (Shimizu). Volantes: Mauro Silva (La Coruña) e Dunga (Stuttgart). Meias: Mazinho (Palmeiras), Zinho (Palmeiras), Paulo Sérgio (Bayer Leverkusen) e Raí (Paris Saint-Germain). Atacantes: Bebeto (La Coruña), Romário (Barcelona), Müller (São Paulo), Viola (Corinthians) e Ronaldinho (Cruzeiro). Técnico: Carlos Alberto Parreira.

Seleção Brasileira de 1998 Goleiros: Taffarel (Atlético Mineiro), Carlos Germano (Vasco) e Dida (Cruzeiro). Laterais-direitos: Cafu (Roma) e Zé Carlos (São Paulo). Laterais-esquerdos: Roberto Carlos (Real Madrid) e Zé Roberto (Bayer Leverkusen). Zagueiros: Aldair (Roma), Júnior Baiano (Flamengo), Gonçalves (Botafogo) e André Cruz (Milan). Volantes: Dunga (Jubilo Iwata), César Sampaio (Yokohama Fluggels) e Doriva (Benfica). Meias: Rivaldo (Barcelona), Giovanni (Barcelona), Leonardo (Milan), Denílson (São Paulo) e Émerson (Bayer Leverkusen). Atacantes: Ronaldinho (Internazionale), Bebeto (Botafogo), Edmundo (Vasco). Técnico: Zagallo.

Fonte: Jair de Souza Palma
O maior acervo de copas do mundo

TELECATCH - Reis do Rinque

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